EXA alerta para aumento de golpes digitais na Black Friday 2025 e ensina consumidores a comprar com segurança online
São Paulo, novembro de 2025 – A Black Friday, marcada para o dia 28 de novembro, deve novamente movimentar bilhões de reais em todo o país e também atrair a atenção de criminosos digitais. A data, conhecida pelos grandes descontos e volume intenso de transações online, é um dos períodos em que mais se registram tentativas de fraude e golpes virtuais contra consumidores.
Segundo levantamento da EXA, maior ecossistema de segurança digital do país, com 1.545 pessoas de todas as regiões do país, mais de 40% dos entrevistados afirmaram já ter sido vítimas de algum tipo de incidente digital, como golpes, tentativas de fraude e invasões de redes sociais.
Além disso, de acordo com o mesmo estudo, o temor de ser vítima de um crime online já se iguala ao medo de sofrer com a violência nas ruas. Quase metade dos entrevistados (47,8%) afirmou ter medo de ter a conta bancária invadida, o mesmo percentual daqueles preocupados com roubos ou furtos na rua.
O avanço da tecnologia e o uso de inteligência artificial generativa também têm tornado os golpes mais sofisticados e difíceis de identificar. “Os criminosos estão cada vez mais preparados para imitar a comunicação das marcas e usar ferramentas tecnológicas que aumentam a credibilidade das armadilhas. Por isso, é essencial reforçar os cuidados e verificar cada detalhe antes de clicar ou pagar qualquer compra”, explica Laura Rocha Barros, Vice-presidente de Produtos e Marketing da EXA.
Para ajudar os consumidores a realizar compras seguras e evitar prejuízos, a executiva lista cinco cuidados indispensáveis:
1. Desconfie de links recebidos por mensagens, e-mails ou redes sociais
Durante a Black Friday, é comum o envio de links falsos que simulam promoções ou sites oficiais. Antes de clicar, verifique o endereço com atenção. Golpistas frequentemente trocam uma letra ou inserem números para enganar o consumidor. Sempre que possível, digite o nome da loja diretamente no navegador e acesse o site por meio de buscadores oficiais.
Para quem quer reforçar essa checagem, já é possível contar com recursos de verificação gratuita, como a EVA da EXA, agente de inteligência artificial no WhatsApp criada pela EXA para ajudar na prevenção de fraudes digitais. A ferramenta permite conferir se links, e-mails, QR Codes ou transferências via Pix apresentam indícios de golpe, além de orientar usuários em situações de roubo de celular ou vazamento de dados pessoais. Está disponível no número +55 11 97015-1000.
2. Atenção a códigos de pagamento e contas suspeitas
Evite transferir valores via Pix ou boleto para contas de pessoa física. Antes de pagar, confira se o CNPJ informado está vinculado à loja. A consulta pode ser feita gratuitamente no site da Receita Federal. Caso o vendedor demonstre urgência para fechar o negócio, redobre a desconfiança: esse é um dos principais indícios de golpe.
3. Cuidado com ofertas milagrosas
Descontos muito abaixo do valor de mercado devem ser vistos com cautela. Compare preços em sites de monitoramento e observe se o produto teve aumento repentino nos dias anteriores. Lojas que inflacionam os valores para oferecer “falsos descontos” também prejudicam o consumidor.
4. Use meios de pagamento seguros
Opte por cartões de crédito virtuais, que geram números temporários e dificultam a clonagem. Outra medida de proteção é criar um e-mail exclusivo para compras online, reduzindo os impactos em caso de vazamento de dados.
5. Proteja seus dados e configure limites de segurança
Além dos cuidados durante a compra, é importante reforçar a proteção das suas contas e dispositivos:
- Reduza os limites de transações via Pix e cartão de crédito;
- Não salve senhas no bloco de notas nem em conversas de aplicativos;
- Ative autenticação em dois fatores e use senhas diferentes para cada serviço;
- Faça backup regular dos dados e mantenha antivírus e VPN ativos;
- Evite redes Wi-Fi públicas para realizar pagamentos.
De acordo com Laura Barros, o período da Black Friday exige atenção redobrada. “A facilidade das compras online também amplia as brechas para ações criminosas. O consumidor deve se proteger com o mesmo cuidado que teria ao carregar dinheiro em espécie: verificando, conferindo e desconfiando de tudo que parece bom demais”, reforça a executiva.



